SOU ESPÍRITA
DEPOIMENTOS PESSOAIS
 

 

 

     Com estes relatos, pretendemos partilhar depoimentos pessoais de Espíritas e tentar explicar o " por que ", de a  Doutrina Espírita, se tornar cada vêz mais na  resultante das componentes religiosas, que tentam explicar o relacionamento do Ser com o Criador.

     E, por que temos a noção que o .espírita não é melhor que ninguém,  mas tem a obrigação de ser melhor do que é, deixamos o seguinte pensamento do Codificador Allan Kardec, para uma melhor definição do Ser Espírita:

"Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más".

NERV

Núcleo Espírita Rosa dos Ventos
 

 

 

Maria Manuela Luz

Dirigente do N.E.R.V.

     Nasci num tempo de ditadura política e religiosa, onde a religião católica Apostólica Romana tinha o poder absoluto sobre o povo. Fiz o percurso normal de uma jovem católica, do baptizado até ao crisma. Apesar de imensas dificuldades sócio-económicas, arranjei tempo para ser catequista na minha paróquia. Naquela altura nunca tinha ouvido falar na doutrina espírita.

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Nelson Marques

Dirigente do N.E.R.V.

     Nasci e fui criado dentro dos preceitos da Religião Católica Apostólica Romana, mas a minha curiosidade levou-me a pesquisar outras “formas de se chegar a Deus”.

Desde menino, apesar da minha família não ser católica praticante, eu era obrigado a ir à missa dominical. Frequentei a catequese de minha paróquia até à primeira comunhão. Não prossegui mais o ensino da catequese, pois gostava mais de estar em casa do que ...

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T.Z

Colaboradora do NERV

      Nasci  no seio de uma família humilde e simples, materialmente com alguns recursos, vivendo e sendo educada no dia a dia, nos valores profundos e sérios da vida em harmonia com a humildade e o respeito, que responsabilizam os verdadeiros actos.

     Meus pais católicos, não praticantes, mas imbuídos de fazerem o bem, participaram em organizações de caridade como " Um Bem Fazer " vestindo crianças abandonadas, ou programas de angariação ---

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F.E
Sou Espírita
    

Nasci numa família católica não praticante, mas sempre fui a missa. Por opção, aos vinte anos de idade. comecei a ter mais curiosidade pela religião e interessei-me pela leitura e estudo da Bíblia Sagrada.    

Acreditava no que me ensinavam, na existência do inferno, do purgatório, de uma vida eterna aqui na terra, mas sempre tinha consciência que apesar de algumas dúvidas que nunca me foram esclarecidas, continuava a minha vida numa conduta séria e honesta...

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L.R

Sou Espírita!

     Bendito seja o Senhor que me chamou para a sua Doutrina!

     A forma como me tornei Espírita, foi uma dádiva divina, porque nada procurei, os "fenómenos" é que vieram até mim.

     Em criança, por volta dos meus 7 a 8 anos de idade, ao passar por uma rua na cidade do Porto, um cheiro muito agradável veio até mim. Imediatamente, eu fiz uma regressão no tempo e lembrei-me que aquele cheiro tinha a haver com algo que se tinha passado comigo naquele local, e noutras circunstancias.

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Maria C. A

Sou Espírita!

(...)

     Desde o dia, que frequentei o NERV, a minha vida mudou completamente. Comecei  a frequentar essa casa espírita assiduamente, a ter outros hábitos de leitura e um comportamento compreensivo para com a minha família e amigos. Comecei também a fazer voluntariado. Depois de um ano de flagelo de meu filho, fui confrontada com outro familiar ( meu marido)  vítima do contagio com o vírus da sida.  Novamente, outro martírio outro desespero, outra profunda angustia.

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Maria Aurora Silva Alves Sá Carvalhal

      Quando, no espaço de uma semana, se perde o pai devido a doença prolongada e o filho único de 10 anos, vítima de um acidente de viação, não há espaço para mais nada a não ser o desespero, a descrença, a vontade de não voltar a existir para o mundo.

   Meses depois, foi-me dada a possibilidade de ir ao Núcleo Espírita Rosa dos Ventos, ouvir uma palestra e a partir dessa altura, não mais deixei

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Joaquim Teixeira Carvalhal

     Dizer na primeira pessoa, “ sou desta ou daquela ou de nenhuma crença “, torna-se complexo e repetitivo, por que, como ser pensante sou produto da minha evolução espiritual, e enquanto permaneço nesta esfera terrena, reflito os valores sociais, do meio onde estou, estive e vou estar inserido.

     No Rio de Janeiro (minha cidade berço), a minha convivência juvenil e período escolar, foi muito enriquecedora, direi mesmo multifacetada, devido a mesclagem étnica, cultural e social que impera em locais ditos do “Novo Mundo”. Assim, respeitante ao aspecto religioso, tornou-se normal saber que o Deus Católico-Cristão, para o meu companheiro Haschid era Alá; para Abdala, também muçulmano era o Profeta Maomé; e Iavé ou Jeová para o Hugo; já para o meu amigo de carteira o judeu Ronaldo Treistman, era Ihawe mas não se podia pronunciar o seu nome; para Yan Lai, Confúcio era o modelo Chinês a seguir; e outros mais, que de momento não me recordo.

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